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Hospital de Clínicas disponibiliza procedimento que identifica alterações do útero

Para ter acesso ao procedimento, os usuários devem ser encaminhados pelas Secretarias de Saúde de seus respectivos municípios.

Hospital de Clínicas disponibiliza procedimento que identifica alterações do útero
Foto; Divulgação
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O Hospital de Clínicas de Campina Grande (HC), unidade da rede hospitalar estadual, deu início, nessa terça-feira (5), de forma piloto, a mais um procedimento médico: a histeroscopia. O exame oferece uma visão detalhada do interior do útero e do canal endocervical, promovendo uma abordagem mais precisa na medicina ginecológica.

A previsão é de que sejam realizadas 20 histeroscopias diagnósticas por semana e 15 histeroscopias cirúrgicas por mês. A iniciativa integra as ações do Governo do Estado voltadas para o aperfeiçoamento da assistência de saúde à população, com ofertas de serviços que melhorem o atendimento.

De acordo com o diretor-geral do HC, Thyago Morais, com a introdução da histeroscopia, o Hospital de Clínicas de Campina Grande reforça seu compromisso em fornecer cuidados de saúde de qualidade e tecnologicamente avançado às mulheres da região.

“Essa nova opção é uma tecnologia de ponta. É um procedimento que beneficia a paciente por ser minimamente invasivo, não tem um risco tão grande de complicação e a paciente recebe alta no mesmo dia, não precisa de internação. Além de oferecer diagnósticos mais precisos e tratamentos eficazes, promovendo o bem-estar e a saúde das mulheres atendidas pelo HC”, pontua.

O Hospital de Clínicas de Campina Grande vai oferecer as duas variações da histeroscopia: a diagnóstica e a cirúrgica. Na diagnóstica se investiga o estado do útero, canal cervical e vagina. Caso necessário, biópsias podem ser realizadas. O procedimento normalmente causa desconforto mínimo, pode ser feito com ou sem sedação. Já a cirúrgica é realizada quando a equipe já sabe o que a paciente tem, com o diagnóstico previamente realizado.

A ginecologista e obstetra que atende no HC, Natália Galdino, explica que é feita uma dilatação no colo do útero, com a paciente anestesiada, e entra com o material que fica ligado no bisturi elétrico, já para fazer a retirada da patologia.

“Nesse caso, exige anestesia geral ou raquianestesia para garantir o conforto da paciente. É altamente eficaz no tratamento de diversas condições ginecológicas, incluindo miomas e pólipos, por exemplo. A histeroscopia é um procedimento rápido e simples”, reforçou.  

Para ter acesso ao procedimento, os usuários devem ser encaminhados pelas Secretarias de Saúde de seus respectivos municípios.

FONTE/CRÉDITOS: Redação com Secom-PB

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