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EM CAMPINA, MOSQUITO NÃO SE CRIA: Prefeitura lança campanha de combate ao Aedes aegypti

No ano passado, foram registrados mais de 700 casos suspeitos de dengue em Campina Grande. Em janeiro de 2024, foram 32

EM CAMPINA, MOSQUITO NÃO SE CRIA: Prefeitura lança campanha de combate ao Aedes aegypti
Foto: Divulgação
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Com o objetivo de promover uma ofensiva para reduzir os casos de dengue, zika e chikungunya, as ações começam nesta quarta-feira, no aeroporto e serão levadas aos bairros com maiores índices de infestação.

A Prefeitura de Campina Grande inicia nesta quarta-feira, 21, mais uma campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti. A ação tem o objetivo de baixar o índice de infestação do mosquito e garantir o controle dos casos de dengue, zika e chikungunya, diante do aumento de casos em todo o país.

Nesta quarta-feira, 21, a partir das 14h, a primeira ação será no Aeroporto João Suassuna. A equipe de Vigilância Ambiental fará uma vistoria no espaço e levará orientação às pessoas que chegam à cidade. “Um dos objetivos é conscientizar as pessoas que chegam, principalmente, das áreas endêmicas. Sabemos que o mosquito é um transmissor. Ele pica uma pessoa infectada e se torna um vetor para infectar outras pessoas”, explicou o diretor de Vigilância em Saúde, Miguel Dantas.

Na sexta-feira, 23, a partir das 8h, a ação será realizada no bairro Catolé de Zé Ferreira. O “Dia da Faxina em Campina” será uma atividade realizada rotineiramente nos bairros com altos índices. Catolé de Zé Ferreira apresentou focos do mosquito em 8% das casas vistoriadas no último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa).

O primeiro LIRAa de Campina Grande apontou focos em 4,4% das residências monitoradas, o que configura alto risco de proliferação das doenças transmitidas pelo mosquito. Por isso, as ações estão sendo intensificadas, inclusive, com apoio da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma) para recolhimento de pneus e limpeza de terrenos baldios.

Além disso, a Secretaria Municipal de Saúde também informa à população que o uso do carro fumacê está sendo feito de forma estratégica. “Há períodos do ano em que ele pode ser utilizado, horários muito específicos, não pode ser usado na chuva e tem efeitos para outras espécies, como passarinhos e plantas”, justificou Miguel.

A Prefeitura de Campina Grande adquiriu na gestão do prefeito Bruno Cunha Lima cinco carros da operação fumacê, oito bombas costais e 25 motocicletas, além de fardamentos, equipamentos e insumos. No ano passado, foram registrados mais de 700 casos suspeitos de dengue em Campina Grande. Em janeiro de 2024, foram 32.

FONTE/CRÉDITOS: Redação com Codecom- PMCG

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